quarta-feira, 30 de novembro de 2016

ACONTECEU NA POLÍCIA MILITAR DO PARÁ

Apresentou-se em 30/11/1970 no Comando Geral da PMPA o CAP PM Médico FERNANDO DE JESUS DE CASTRO LOBATO, por ter regressado das Manobras Militares (Operação Carajás), na zona do tocantins, bem como o 1º TEN PM Dentista CARLOS ALBERTO DE MIRANDA SOARES.
* Fonte: Boletim Geral da PMPA Nº 222, de 30/11/1970.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Tiradentes Esporte Clube: uma agremiação esportiva que nasceu na PMPA

Imagem 01: Carteira de Sócio Fundador da Associação Atlética Tiradentes
Ao iniciar minha carreira policial militar, nos anos de 1994, ainda cheguei a receber meus vencimentos no quartel. 

Como aluno soldado PM (Soldado Classe Simples, segundo o Estatuto dos Policiais Militares, ainda em vigor) recebia no CFAP e como Soldado de 3ª Categoria (Soldado já formado, com menos de 5 anos de serviço) recebia o contracheque e o salário no quartel da CIRP.

Pude presenciar, entre os policiais militares mais antigo certo desconforto com o número de descontos existentes e que ficavam na tesouraria de cada OPM que o repassava aos devidos credores.

Contra-cheque do SD PM WILSON
Nesta semana, ajudei minha mãe, Maria Hermínia Braga Charlet, na arrumação de seu "baú de curiosidades" e entre diversas fotografias de caráter pessoal e familiar pude me deparar com uma carteira do meu pai, então o Soldado PM Luiz Charlet de Queiroz, onde constava ser sócio fundador da Associação Atlética Tiradentes que veio a ser a entidade mantenedora do Tiradentes Esporte Clube, um dos times que na década de 1980 veio a disputar com grande êxito o campeonato paraense de futebol.

A carteira do meu genitor era a de número 723, datada de 30 de setembro de 1975, um ano depois do meu nascimento. Esse reencontro com o passado ajuda a remontar as relações existentes entre a Polícia Militar do Pará e o desenvolvimento do esporte em nosso Estado, temática perseguida pelo Capitão PM Itamar Rogério Pereira Gaudêncio, doutor em História Social pela Universidade Federal do Pará.

Imagem 03: verso do contra-cheque do SD PM WILSON
Assim, começamos a compreender que a Polícia Militar vai além do simples ato de serviço de cobrir as práticas esportivas em que tomam parte diversas agremiações esportivas como é o caso do Clube do Remo, do Paissandú Esporte Clube, Tuna Luso, Bragantino, entre outros. Mas, principalmente, a Polícia Militar tomou parte com o incentivo dado ao Tiradentes Esporte Clube.

A agremiação figurava entre os fornecedores que tinham descontos garantidos em folhas de pagamentos (contracheques) dos policiais militares, como podemos ver no caso da imagem ao lado.

Na frente, o contracheque trazia os dados impressos na Secretaria de Administração que constava das vantagens (ganhos legais) subtraídos dos descontos autorizados naquela esfera administrativa.

No quartel havia um carimbo com todos os demais fornecedores e credores dos policiais militares que o Tesoureiro do quartel tinha que recolher para o repasse aos mesmos.

No verso do contra-cheque do SD PM WILSON, em 1989 constava como possibilidades de descontos: Funsau; Ceso PM, CCSPM; ANASP; Capemi; Gboex; Sulamérica; Cia Bandeirantes; CSSPM; IBRAS, MSP do Brasil; AA Tiradentes (Associação Atlética Tiradentes); COPM; GP DO HP (ilegível); FEDERAL DOS SEGUROS; CÍRCULO MILITAR; ALUGUEL DE CASA; E.A. DOCG; DIVERSOS; MELICIANO; FARMÁCIA e TRANSP. 

Eram vinte e cinco itens para serem descontados ou não conforme fosse o caso de casa policial militar em particular. 

Como funcionavam essas tesourarias? Como se davam o controle desses recursos? Qual o grau de satisfação ou não dos policiais militares com esses descontos nos quartéis? Todos esses descontos eram de "bom grado" ou haveria algum tipo de pressão para que o policial militar fizesse uso de alguns serviços desses? Haveria algum tratamento diferenciado para aqueles que aderissem a esses ou aqueles serviços? Todas essas questões ainda aguardam por respostas e implicam numa série de outras questões que podem ser levantadas na vida e cotidiano dos quartéis nos anos de 1970 e 1980. Cabe portanto aos investigadores da história nos apresentar os elementos dessas relações, sem contudo, atuar de forma anacrônica, numa realidade em que havia sérias restrições ao crédito e o sistema policial militar tanto poderia oferecer uma alternativa viável em tempos de crise para fazer frente à demanda de consumo e serviços e garantir que os mesmos seriam ressarcidos por seus servidores (policiais militares), os quais, até hoje não podem e não devem assumir dívidas acima de suas capacidades financeiras.

RONALDO BRAGA CHARLET - Major PM
Chefe do Museu da Polícia Militar do Pará e Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Distintivo da Companhia de Rádio Patrulha

Foto 1: brasão da CIRP/PMPA
O policiamento ostensivo realizado pela Polícia Militar a partir dos anos de 1960 começou a conjugar o policiamento motorizado com o uso do equipamento de rádio comunicação, o que permitia que as viaturas policiais pudessem se comunicar entre si e com uma central de rádio, a priori instalada no quartel.
Como a necessidade de disponibilizar à população um meio de acionamento rápido da Polícia Militar foi estabelecido que a discagem em aparelhos residenciais ou públicos do número "190" fosse o de atendimento policial. Assim surgiu o serviço de radiopatrulhamento que acomplou: chamada telefônica, uma central de recepção (via telefone) de ocorrências, uma central de despacho de ocorrências (via rádio), um certo número de viaturas em ronda nas ruas.
Foto 2: manicaca da OPM
Assim, o serviço necessitou que fosse criada uma unidade policial militar para prestar esse atendimento. Surge então a Rádio Patrulha, Companhia Independente de Rádio Patrulha (CIRP) que foi extinta, em Belém, nos anos de 1999/2000.
Da Rádio Patrulha têm-se alguns vestígios como é o caso da braçadeira utilizada pelos policiais militares que atuavam nas viaturas, bem como a manicaca da unidade.
Tais objetos foram doados ao Museu da Polícia Militar do Pará, que funciona provisoriamente no Comando Geral da Corporação, na Rodovia Augusto Montenegro, km 09, 8401, bairro do Parque Guajará, no Salão Nobre do Comando Geral, que abriga o Memorial Orvácio Deolindo da Cunha Marreca, inaugurado pelo Exmº Sr. Governador do Estado, Dr. Simão Jatene.

Doações e contatos:
Email: <historia@pm.pa.gov.br>
Fone: 3115-5950
91 9 8500-7335

 



quarta-feira, 2 de novembro de 2016







Cel SANTIAGO, Cel HÉLIO SILVA, Cel DILSON JÚNIOR, Cel ROCHA, Cel ALONSO, Cel PAULO e Cel ROBERTO, após cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará em 09 JAN 2015.
Fonte: Arquivo PMPA.



Cel CAMPOS Cmt Geral da PM, ladeados pelos Cel SARAIVA Chefe do Estado Maior Geral (EMG) e Cel ALONSO Chefe do Departamento Geral de Operações (DGO), após cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará em 09 JAN 2015.
Fonte: Arquivo PMPA.



Cel CAMPOS e Cel DANIEL com sua esposa e filhos, após a inauguração de sua fotografia na galeria de Comandantes Gerais da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte: Arquivo PMPA.



Cel CAMPOS Cmt Geral da PM e os ex-Comandantes Gerais: Cel RR MACHADO, Cel RR FAUSTINO, Cel RR VIEIRA, Cel RR NONATO, Cel RR SOLANO, Cel DANIEL e CEL  RR CAMPOS, durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará em 09 JAN 2015.
Fonte: Arquivo PMPA.



O Governador Sião Jatene faz a entrega da Espada de Comando ao Cel CAMPOS durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte Agencia Pará.



Cel DANIEL e Cel CAMPOS se apresentam ao Exmo. Sr. Governador Simão Jatene, por terem passado e recebido o Comando da Polícia Militar do Pará, respectivamente, em 09 JAN 2015.
Fonte: Arquivo PMPA.



Desfile da tropa durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte Agencia Pará.



Desfile da tropa durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte Agencia Pará.



O Governador Simão Jatene, Cel DANIEL e Cel CAMPOS durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte Agencia Pará.



Cel CAMPOS e Cel DANIEL passando em revista à tropa, durante a cerimônia de passagem de Comando da Polícia Militar do Pará, em 09 JAN 2015.
Fonte Agencia Pará.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016


CB PM RR JORGE (com uniforme Cáqui) em 17 AGO 1970 na Praça Duque de Caxias, Marabá-Pa. Fonte: Arquivo do CB PM RR Jorge.

domingo, 25 de setembro de 2016

Polícia Militar do Pará inaugura o Memorial Cel PM Orvácio Deolindo da Cunha Marreca

Placa de Inauguração do Memorial (foto Coronel PM Saraiva)
No final da manhã da última sexta-feira, 23 de setembro de 2016, após o desfile militar em comemoração aos 198 anos da Polícia Militar do Pará, o Governador do Estado do Pará, Dr. Simão Jatene, acompanhado do Secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, General Jeannot Jansen, do Comandante Geral da PM o Coronel PM Roberto Campos e do Chefe do Estado-Maior da PM, Coronel PM Saraiva, inaugurou o Memorial "Coronel PM Orvácio Deolindo da Cunha Marreca", no Salão Nobre do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar.

Foram exatos doze meses desde o lançamento da equipe de organização do Museu da PM e de pesquisa histórica da PMPA, na noite cultural da PMPA, em 2015, que os esforços foram sendo empreendidos para que se pudesse ter um acervo mínimo a ser exposto no Museu da PM, embrionariamente organizado no Memorial "Coronel PM Orvácio Marreca".


No período de 01 ano de atividade foram realizadas 25 reuniões de trabalho e pesquisa para que se pudesse organizar as etapas a serem desenvolvidas e as estratégias a serem empreendidas para consecução da finalidade de organizar um museu. A primeira reunião deu-se em 28/09/2015 e a mais recente ocorreu em 15/09/2016, estando a organização das mesmas a cargo do Cel Saraiva - Chefe do Estado-Maior Geral que chamou pra si a responsabilidade de organizar a equipe e dirigir as reuniões.

Ao  longo do percurso, muitos parceiros foram se juntando à caminhada. E no dia 23 de setembro de 2016, houve a inauguração do MEMORIAL "CEL PM ORVÁCIO DEOLINDO DA CUNHA MARRECA", que contou com a presença do Governador do Estado, Dr. Simão Jatene e do Secretário de Segurança Pública e Defesa Social, General Jeannot Jansen.

O momento foi de festa e de assumir novas responsabilidades, pois com "apenas um ano não foi possível coletar todos os materiais que demonstram a riqueza patrimonial que a corporação possui, e o nosso esforço contou com a boa vontade de muitos companheiros que doaram seus uniformes e agora podem ver que o esforço não foi em vão", destacou o 1º Tenente PM Ismael, um dos organizadores do memorial e que é formado em História.


Na inauguração, o momento do corte da fita. Em primeiro plano o Cel Campos (à esquerda) e o Cel Saraiva (à direita). Ao fundo, o Governador Simão Jatene.


Descerramento da placa de inauguração, realizado pelo Governador Dr. Simão Jatene, Secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, General Jeannot Jansen, Cmt Geral  Cel PM Campos e  Ch EMG Cel PM Saraiva.






















Descerramento da placa de inauguração


Governador do Estado na primeira visita ao memorial, acompanhado pelo Maj Charlet.
















Em detalhe: aspecto religioso da vida militar - objetos litúrgicos da Capelania Católica PM





Visita ao Memorial: Governador Simão Jatene e General Jeanot Jansen observando os documentos históricos


Sr. Masahiko Kobayashi - Consul do Japão esteve presente à inauguração. Ao fundo o Cel PM Mauro Pinheiro, Ch Gab Cmte Geral.

Visão panorâmica do Memorial



domingo, 4 de setembro de 2016


GUERRA DE CANUDOS - Medalha Comemorativa do Combate de 25 SET 1897, ofertada pela Colônia Paraense na Bahia ao Cel Antônio Sérgio Dias Vieira da FONTOURA.





GUERRA DE CANUDOS - Medalha Comemorativa do Combate de 25 SET 1897, ofertada pela Colônia Paraense na Bahia ao REGIMENTO POLICIAL DO PARÁ.



sábado, 3 de setembro de 2016

A História através dos Boletins Gerais da PMPA

De vez em quando, alguns colegas de farda me pedem informações acerca da História da PM do Pará, geralmente, querendo um produto "pronto e acabado" e, por vezes, sei que ficam desapontados com as respostas obtidas, quase sempre insignificantes.
Seria a História da PMPA insignificante também? 
Claro que não, muito pelo contrário! Contudo, vale ressaltar que nada, ou quase nada se tem feito para preservá-la ou recontá-la, ficando-se com os bordões que cercam a imagem marmorizada do "herói de Canudos", o patrono da PM - Cel Fontoura.
Interessante notar que entre Fontoura e a dita "polícia cidadã" hodierna, nada ou quase nada se escreveu. Obviamente que a História não está numa prateleira, esperando que os historiadores venham a "encontrá-la" e, simplesmente, levá-la à luz.
Quem dera pudéssemos encontrá-la dessa forma! Há, contudo, todo um trabalho de pesquisa do Historiador que fica encoberto e que, na maioria das vezes, parece "embromação", principalmente se formos, também, militares. Mais ainda se formos policiais militares que, via de regra, devem fazer algo mais nobre do que revirar papéis velhos e, sim, "fazer polícia nas ruas". Infelizmente, esta é a ideia hegemônica e não parece que mudará tão cedo.
Felizmente, alguns antepassados nossos, talvez alguns "desocupados" de décadas remotas tiveram a feliz ideia de guardar "papéis velhos" e, assim, iniciaram a coleção de Boletins Gerais existentes na corporação que inicia no ano de 1964 e segue até os dias atuais.
É bem verdade que muitos daqueles que não enxergam algum valor na história e na memória já devem ter tido a ideia "brilhante" de por fim aquele monte de papel velho, cheirando a mofo. Mas, enquanto isso não acontece e espero que nunca aconteça, podemos nos deliciar com as histórias narradas naqueles documentos.
Exemplo disso é o Boletim Geral nº 25, datado de 13fev1964, que apresenta na 4ª parte seis prisões disciplinares aplicadas pelo Comandante Geral, Coronel PM Iran de Jesus Loureiro, das quais quatro se referem aos integrantes da PM que se envolveram numa desordem na Clube 5 de Outubro, havendo inclusive disparos de arma de fogo, e outras duas referentes a uma agressão física sofrida por um Soldado do Exército tendo como autor um Soldado PM que se encontrava de folga, participando de um jogo de futebol em via pública e não gostou de ter sido admoestado pelo militar federal, quando este reclamara de ter sido atingido pela bola. E, finalmente, um caso de embriaguês alcoólica de um Soldado PM que perambulava mal fardado pelo bairro da Marambaia.
Talvez estejamos no momento de revisitarmos os nossos antepassados esquecidos entre as folhas amareladas dos Boletins Gerais e compreendermos melhor como se deu o "fazer-se" da Polícia Militar do Pará, para além do "heroísmo" de Fontoura, no longínquo sertão bahiano.
Para ler o BG Nº 25 de 13fev1964, clique AQUI.

(a) Ronaldo Braga Charlet - Major PM
Bach/Lic em História * Especialista em Patrim. Histórico * M.Sc. em Planejamento do Desenvolvimento. 
Chefe do Museu da PMPA e Membro do IHGP

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mais História nos Boletins Gerais... 1964

Boletim Geral nº 26 de 14 de fevereiro de 1964, por sinal há 49 anos, nos apresenta algumas informações preciosas sobre o cotidiano da corporação militar estadual. 
Àquela época foram designados 10 instrutores para o Curso de Formação de Graduados (CFG), entre os quais estavam os 2º Ten PM Antônio Carlos, Machado e Rocha. Estes dois últimos alcançaram o cargo de Comandante Geral da corporação no início dos anos 80. O primeiro foi Secretário de Estado de Segurança Pública no Governo de Hélio Gueiros (1986-1990).
As disciplinas de então eram: Higiene e Primeiros Socorros; Educação Moral e Cívica e Organização do Terreno; Armamento e Tiro; Educação Física; Equitação; Ordem Unida e Maneabilidade; Instrução Geral e Combate e Serviço em Campanha; Topografia e Métodos e Processos de Instrução; Administração e Escrituração Militar; e Técnica Policial. Esta última era ministrada pelo Inspetor Sizenando Pereira da Costa.
Ver Referência

Além disso, temos a nomeação, por Decreto governamental, do SD PM José Xavier Meméde para o cargo de Comissário de Polícia de Tauarizinho, município de Peixe-Boi e, no final, na "famosa" 4ª Parte, estão dois Soldados cumprindo seus castigos - nome dado às punições disciplinares. Um por ter deixado de pagar um credor e o outro por se envolver em discussão, quando em serviço, com funcionário da Fábrica Perseverança, localizada no quarteirão entre as ruas Quintino Bocaiúva, Gaspar Viana, Rui Barbosa e Municipalidade (imagem ao lado).

(a) Ronaldo Braga Charlet - Capitão PM

Referência:
Imagem da Fábrica Perseverança, contida no Jornal Beira do Rio, Ano XXVII, nº 110, Jan. e Fev. de 2013, publicação da Universidade Federal do Pará, disponível em http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php?option=com_content&view=article&id=973:de-vila-operaria-a-bairro-nobre-&catid=106:edicao-78--dezembro&Itemid=18, acessado em 14fev2013.





quinta-feira, 1 de setembro de 2016

CURSO DE AÇÕES DE CHOQUE INICIA SEGUNDA-FEIRA, 17 JUN.

A Polícia Militar do Pará, por meio do Batalhão de Polícia de Choque, unidade  integrante do Comando de Operações Especiais, realizará o CURSO DE AÇÕES DE CHOQUE.
A aula inaugural está prevista para às 09h00 da próxima segunda-feira, 17/06/2013, no Auditório do Comando Geral da Corporação, que contará como palestrante a Profª Fernanda Numer (UFPA).


O Curso de Ações de Choque é destinado a preparar Cabos e Soldados para atuação nos Pelotões de Choque, dentro dos parâmetros técnicos e legais vigentes, pois segundo o Ten Cel PM Leão Braga, Comandante do Batalhão de Choque, "é a atuação eficiente e eficaz, equilibrada e profissional, com o uso diferenciado da força e respeitando os direitos humanos que se espera de uma tropa de choque bem treinada".

Publicou no Diário Oficial do Estado - Dispensa de Oficial do Corpo de Bombeiros

 O Diário Oficial do Estado do Pará, de 04/01/1938 , na página 3, publicou o seguinte: DISPENSA Do 1º tenente reformado do Corpo de Bombeir...